E está feito.
Consta que o ano de 2010 acaba hoje.
Num mundo normal, no meu mundo, os fins dos anos não se festejam porque não faz nenhuma razão de ser. Festejam-se todos os dias porque todos os dias são bons de serem vividos, e vivem-se, e sentem-se.
No nosso mundo é preciso que passem 365 dias para que se faça uma festarola de arromba, fogo de artificio e canas para apanhar e bebedeiras e cenas.
Enfim, que festeje então quem é de festejar e se deixe ficar quem não é dessas cenas porque amanhã é só mais um dia, que se quer seja especial como todos os dias.
Houve um vulcão na Islândia de nome não pronunciável que transtornou meio mundo;
Foram finalmente aprovados os casamentos entre pessoas do mesmo sexo;
Uma visita papal,
Um século de república portuguesa;
Uma greve geral que de geral teve pouco;
Uma professora de Mirandela mais expedita,
Foi eleita uma Presidenta no Brasil, a primeira se Deus quiser de uma data delas (como diz que Deus é do Brasil, com um bocadinho de sorte é mesmo a primeira de muitas;
Uma cimeira da NATO que quase não contou com Berlusconi mas que conseguiu dar conta do trânsito em Lisboa e que ainda ofereceu uma ou outra ponte ao fabuloso funcionário público;
Trinta e três mineiros que andaram na "brincadeira" do quarto escuro (como ouvi dizer hoje de manhã) mas que lá se safaram da coisa uma data de tempo depois;
Lá a Espanha conseguiu ser campeã do mundo num campeonato recheado de um Portugal fraquinho, fraquinho, e de vuvuzelas insuportáveis;
E porque há o fair play, houve um Benfica campeão.
E isto tudo, crises à parte.
E houve, e há, o meu blogue.
Que continuará, quiçá, por algum tempo ainda.
E que venha o novo dia de amanhã, então. O tal de Ano da Graça de 2011.
Amor e saúdinha e que consigamos todos alcançar os nossos objectivos, ultrapassando-nos, superando-nos, sempre acompanhados de quem nos faz mais falta, da Família e dos Amigos.E como este é o último post do último mês de 2010...
Até para o ano




































