Archive for maio 2012

Alguém sabe de uma solução?


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É que se sabe, o melhor é começar a dizer, antes que mais coisas deste género aconteçam por esse velho continente...


Pode começar, quiçá, por explicar à pedante Lagarde que nem todos os gregos são iguais e que o período negro que a Grécia atravessa não se resolve com o simples pagamento de impostos?
Pode acabar por perguntar àquela besta que se preocupa mais com as crianças de África do que com as gregas, o que é que fez para ajudar, tanto umas, como as outras.



Boa sorte a quem é de boa sorte e quem por ela fizer


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Tenho pena, muita pena, que aqueles que um dia se mostraram com tanta sinceridade, achem que, de repente, exista quem tenha deixado de valer a pena. Sem motivo e sem qualquer razão aparente, sem justificações. Porque sim ou porque não.
Se entristece? Tem dias. Afinal de contas, não é de um dia para o outro que se deixa de gostar de quem nos acompanha por alguns anos e que de uma forma ou de outra nos dá alguma coisa. Um lugar na nossa memória e no carinho, apesar de tudo, terão sempre - não se deve guardar rancor de ninguém.
Se aborrece? Já não. Se a idade traz alguma coisa, o interessarmo-nos mais connosco e menos com o que os outros acham e pensam de nós, é uma delas.
Se é de deixar que isso nos faça e preencha os dias? Nem pensar. Já não há puto pachorra para pessoas que acham em algum momento que alguns "amigos" são descartáveis.
E tenho, obviamente muito mais em que pensar.


Portanto, muito embora continue a gostar, porque estas coisas não se escolhem, acontecem e pronto, muito boa sorte a quem é de boa sorte e quem por ela fizer.

House M.D.


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Assim chegam ao fim oito séries.
Primeiro: Everybody Lies.
Depois: Everyone Dies.


E finalmente,
Enjoy yourself, it's later then you think
Enjoy yourself while you're still in the pink 
The years go by, as quickly as a wink
Enjoy yourself, enjoy yourself, It's later them you think!


Raios.
House vai fazer falta.


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É engraçada a forma como hoje em dia se alternam as amizades que se dizem fortes,de um dia para o outro.
Curioso,no mínimo...

Bernardo Sassetti


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Hoje a Cultura Portuguesa ficou mais pobre. A música que cá se faz perde um compositor que dizem genial. O povo perde o provável arrepio que se sentiria ao ouvir o som das teclas de um piano em cenas num cinema mais próximo.
Li há pouco que a morte do Bernardo Sassetti foi estúpida. Então mas?... Toda a forma como se morre é estúpida. Porque morrer é, quase sempre estúpido, quase sempre injusto.
Mas a música, essa, fica para sempre a fazer parte de uma qualquer banda sonora de uma qualquer vida vivida em tom efémero.

Era assim...


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Em tempos idos, fiz natação. Muita.
A medo, cheguei a competições regionais. E competi aqui. E ganhei até às meias finais - menos a mariposa que não tinha jeitinho nenhum para aquilo de dar a braços tipo borboleta e fiquei-me logo pela primeira ronda.
Lembro-me de tremer que nem varas verdes, de querer fazer boa figura em frente aos avós que, numa daquelas bancadas torciam nervosos, e do nosso entusiasmo que senti no fim.
Não trouxe medalhas, mas ganhei momentos dos quais me hei-de recordar sempre.


É muito triste que uma Câmara como a de Lisboa (e outras tantas neste país) deixe chegar onde chegou um sitio como aquele. Ao abandono e à mercê da degradação urbana/humana.

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Martin Luther King

E se ele há coisa de que eu não gosto é de injustiças...

Quando se escreve assim...


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... Não há mesmo mais nada a dizer...

Pois sim...


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Aha!
Nem respeito por esses trabalhadores aqui ao lado e nem por nenhum outro que tenha ido trabalhar hoje...

Pedir solidariedade ainda por cima em dia em que o povo ficou louco com promoções que a conta final era reduzida em metade é tramado...

Como diria o outro, primeiro eu, depois eu, depois eu e no fim os outros. É dia do trabalhador? As cadeias de hipermercados deveriam estar fechadas como há muito foi acordado? E depois?

Em dias de campanhas como aquela, isso não interessa nada para a maioria que tem valores mais altos a levantarem-se...

Hoje, todos aqueles que criticaram há tempos o grupo Jerónimo Martins por ter passado o seu capital social para a Holanda, se esqueceram de todas as suas palavras... Pois é, po estas e por outras é que se costuma dizer que pela boca morre o peixe.

1 de Maio


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Hoje, é Dia do Trabalhador e deveria ser o único dia do ano em que ninguém trabalharia. Mas claro, eu e tantos outros estamos a trabalhar e em nada a contribuir para o crescimento de um país em decadência mas que hoje, Dia do Trabalhador, porque há quem esteja a trabalhar, há também quem não tenha mais nada que fazer e vá passear para o centro comercial xagar a paciência a quem tem de trabalhar e gastar o dinheiro que não tem em compras desnecessárias e em promoções loucas fora de época para depois se queixar o resto do mês. Hoje, dia do Trabalhador que é válido sim, mas só para alguns.


Hoje, fosse eu a mandar, era O único dia do ano em que ninguém trabalharia, a não ser uns quantos cirurguiões para as emergências e outros tantos polícias, porque ainda há pessoal desorientado...
Centros comerciais, fechados que as compras podem esperar e o que se pode comprar hoje, também o pode ser amanhã. Portagens sem portageiros e à borla (do tipo Agosto antigamente). Bica era a beber em casa nas Nespresso que custaram meio ordenado minimo. Telejornais, nada disso - o mundo está na mesma de hoje para amanhã, além disso, passamos bem sem ouvir as trafulhices politicas e outras guerras das quais só ouvimos falar. Metros, autocarros, comboios e barcos tudo a parar tipo como fazem nas greves - o pessoal se quiser ir passear ali para o Jardim da Estrela ou de Belém, desenrasca-se. Tuga que é tuga, desenrasca-se sempre.


Hoje, haverão manifestações, organizadas pelas unidades sindicais cá do sitio, a descer a avenida qual santos populares e discursos estudados em plena Alameda escutados pelos poucos ouvidos que lá estarão porque o S. Pedro não está a colaborar - eu vou, pelo menos com um par de ouvidos podem contar!
Infelizmente, para muito português, continua a ser preferível passar a manhã de rabo na cama e a tarde a ver filmes no sofá sem pensar muito porque isso dá trabalho e isso hoje é que não!, ou num hipermercado qualquer a gastar o vencimento (que não chega) de um mês em que nem se trabalhou muito por aí além - há quem o faça por ele, há sempre alguém que faça aquilo que não lhe compete.


Enfim... Hoje, eu estou a trabalhar e não me apetece. Não só porque é o dia que é, mas uma catrefa de outros tantos motivos que não são para aqui chamados.