" Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro."
Tenho saudades, mas não sei escrever sobre elas,
Aperta-me o peito cá dentro,
As lágrimas continuam a cair.Quem diz que se torna mais fácil com o tempo, mente.
Amo-te.
Sinto a tua falta, do teu cheiro, da tua presença, da tua voz que já não recordo, das tuas sábias palavras mesmo quando imperava o silêncio, do teu olhar.
Tenho saudades.

