Archive for janeiro 2012

Meu [ ] ano de 2012,


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... Ainda há um mês começaste e realmente, num mês conseguiste ser uma ave de mau agoiro do piorio.
Fazes intenções de ser um bocadinho melhor? É que se não, por favor, avisa já para me ir preparando.

Há 31 dias pedia-te aqui que desses luta, antevendo as dificuldades que irias trazer. Pois deixa-me que de diga uma coisa: Enganei-me.
Queria que fosses diferente de 2011, para melhor, e que me desses alguma coisa janota, digna de se recordar nos anos vindouros. 
Ora zero para ti é o que é.

Só com um mês de vida conseguiste fazer o que 2011 em doze meses não fez, por isso, se me fazes o favor, se é para seres assim tão mauzinho para mim, vai-te embora rápido. Chama lá o 2013 o mais depressa possível que talvez ele se mostre ser um melhor ano que tu.


Estou farta de ti, só para que saibas.

Cada um é como cada qual.


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Mas mesmo assim, as pessoas têm a tendência para estar sempre a apontar os defeitos dos outros que estão ali ao lado. Será que têm receio de olhar para os seus próprios e de ser mais fácil lidarem com eles assim?!
Desde miúda que ou eram os óculos com a lente tapada e virava pirata, ou era uma orelha que era maior que a outra e era orelhuda, ou porque era redonda e era qualquer coisa, ou é porque sou resmungona e exigente e tenho um mau feitio pior que o Deus me livre.
Honestamente? Eh pá já chega! Eu não passo a vida a dizer a meio mundo que alguém tem o nariz grande ou que é gorda ou que é sonso ou falso pouco imaginativo ou o diabo a quatro pois não? Então? Irra! Deixem-me da mão.


Tenho mau feitio. Sim. E então?
Resmungo. Sim. So what? 
Não gostam? É uma maçada. Fico extremamente aborrecida com isso.
Os defeitos que vêem em mim são mais que as qualidades? Então olha, pró diabo que vos carregue que na minha vida não fazem falta.


Deixem de olhar para a minha vida e passem a viver a vossa sff.
Pronto.
Já deitei cá para fora.

Muito agradecida.


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Alguns anos passados desde o início da minha consciência e chego à conclusão, uma vez mais, que continuo sem conseguir perceber o "ser humano".
Não percebo e não me revejo de todo no seu mundo hipócrita, cínico, falso e diminuto (só mesmo numa de deixar uns poucos adjectivos). E infelizmente, paga-se um preço caro e muito alto por andar metida no meu mundo sem querer ver o que de facto se passava ao meu redor, deixando-me desiludir e enganar por quem confiava.


Como se fosse um par de estalos bem dado, apercebo-me quem realmente tenho ao meu lado para me acompanhar e a esses, poucos, obrigada. Aos restantes que, por um motivo ou por outro me magoam e me passam a perna de forma bem consciente, mas que muito honestamente não me interessa, o meu obrigada também - Eu levantar-me-ei mais forte e não, não mais me deixarei enganar por pessoas como vós.

"O Meu Pequeno Mundo"


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(...) estreou hoje na SIC. Eu até nem ando muito numa de ver e sequer ouvir televisão. Cansam já os programas de meia tigela que não puxam à inteligência, mas este chamou-me por duas razões. Primeiro, pareceu-me desde logo que este primeiro episódio me iria interessar, afinal, estórias de coragem e feitas de, e por, gente espantosa não me cansam de assistir, depois, o meu irmão aparecia a fazer o que faz de melhor.


E não me arrependo. Gentes que contra todas as hipóteses continuam com a sede de viver e que sorriem às contrariedades que a vida, por um ou outro motivo, lhes ofereceu.
Que gente extraordinária, que gente de coragem reside ali para os lados do Hospital de Alcoitão...


Como dizia uma senhora, paraplégica:
" Deficiente eu? Há pessoas que não têm mal nenhum fisicamente e que são verdadeiras deficientes!... A vida por mais difícil que seja vale sempre um sorriso." A vida por mais difícil que seja vale sempre um sorriso...
O estúpido é só entendermos isso quando passamos por alguma adversidade, quando encontramos o ponto do não retorno, quando achamos que nada mais vale a pena.


A vida por mais difícil que seja vale sempre um sorriso. 

Ainda bem que não se pega!


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E quando achávamos que o Ricardo Quaresma era, vá, Estúpido, em visitar a zona cinematográfica de carteira bem recheada e viatura apetrechada e achar estranho ser roubado e...


Eis se não quando há uma pessoa ainda mais Estúpida ainda que se vai queixar à bófia que uns "traficantezinhos de meia tigela" lhe venderam açúcar em vez de um belo crack e...


Eis se não quando, uma das bestas de quem falo AQUI  e que ontem prometeu a pés juntos em frente a um juiz estar arrependidíssimo e que não tornaria é mais Estúpido ainda que assim que mete os pés de fora do tribunal dá uma traulitada a uma jornalista.

Às vezes, a vida bate certo, II


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Há mais coisa menos coisa um ano, a vida batia certo.
Mas ficava-se com aquele receio que nada mais fosse que  fogo de vista. E não foi.




Continua a ser bom saber que há por aí gente extraordinária.
Continua a ser bom saber que sim, às vezes, a vida bate certo.

Deixem-se disso...


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Com tanto barulho à conta da maçonaria que eu já cá desconfiava o que era, decidi e achei por bem confirmar. Primeiro, saca-se do dicionário da Porto Editora, claro, depois saca-se da wikipédia e eis que sim, confirma-se:

“ Maçonaria é uma sociedade discreta e por discreta, entende-se que se trata de acção reservada e que interessa exclusivamente àqueles que dela participam, de carácter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filosófica.
Portanto, a maçonaria é uma sociedade fraternal que admite todo homem livre e de bons costumes, sem distinção de raça,  religião,  ideário político ou posição social. Suas principais exigências são que o candidato acredite em um princípio criador, tenha boa índole, respeite a família, possua um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição, aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.”

Ora bom.
Ou eu muito me engano ou há aqui qualquer definição que não vai bem... Pelo menos no que à sociedade portuguesa diz respeito.

Membros que cultivam o  aclassismo? A humanidade, princípios de liberdade, igualdade, fraternidade?!  Maaaaau.
Um “culto” secreto que admite todo homem livre e de bons costumes? Ou mais me engano…

Quem conhece, mesmo por alto como eu, a nossa cena política, entende de imediato que há aqui qualquer coisa que não está bem. Que se beneficiam os amigos deixando a igualdade de lado assim como a boa índole e outros tantos cantos que defendem (basta olhar para as últimas nomeações da EDP).

Se querem ser maçons, jesuítas, protestantes ou católicos ou o que quer que seja só a eles diz respeito, mas vá lá, não mintam com quantos dentes têm. É feio, vergonhoso e não é uma virtude que se pretenda cultivar. Lembrem-se que só se justifica quem deve, quem teme. Assumam, não custa assim tanto e serão, com toda a certeza, pessoas melhores e levadas mais em conta do que aquilo que hoje em dia são.

Eu, por via das dúvidas aqui deixo para memória futura que sim, roubei elásticos à minha mãe para jogar ao elástico, que sim, menti quando dizia que ia para as aulas e ia era jogar snooker na tasca da esquina e que, já agora, ficava com os trocos da compra do pão para comprar pastilhas gorila de laranja ácida que dessas é que eu gostava.
Pronto, tenho dito, venham atrás de mim vá.

Meu querido ano de 2012,


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Ainda agora começaste e já tens má fama...
Fama de ser o pior ano das nossas vidas, de nos trazer quase tudo o que ninguém quer.


Levaste o 2011 de repente, como quem quer ser uma grande coisa, sem dar muito tempo para grandes desejos e afins, dando apenas aquele timing para engolir de uma vez só uma enorme taça de champanhe fresquinho e cheio bolhinhas - desde já obrigada pela dor de estômago que veio de seguida que me deste para começarmos logo bem esta nossa breve relação.


Como sabes, não te fiz qualquer pedido, tal como já não fiz a muitos dos teus manos passados, também não fiz resoluções, porque não valem a pena já que acabamos sempre por quebrá-las a certa altura da tua vida célere, mas prometi-te o de sempre - manter-me-ei fiel a mim e aos que me são queridos, serei eu, sempre.

Consta que não vais ser um ano de fácil trato, que vais trazer dificuldades, aumentos e despedimentos e essas coisas que te impuseram, mas, espero, honestamente que dês luta. Pelo meu bem, pelo bem de todos quanto precisam que assim seja.
Espero que sejas diferente de 2011, para melhor era bem pensado!, e, que no meio de tanta coisa ruim que diz que trazes, me desses alguma coisa janota, digna de ser ver e de se recordar nos anos que hão-de vir. Vá, eu sei. Bem sei que não depende de ti, que depende de mim, e sim, no que de mim depende, podes contar com isso, com força, vontade, algum desprendimento e muita esperança!
Espero, enfim, meu caro 2012, que sejas diferente de 2011, e para melhor!

One, two, Freddy's comin' U,...


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Estão umas miúdas, que não têm mais dos seus 7 anos, aqui por baixo da minha janela a jogar e a saltar à corda.
A cantilena transportou-me de repente para um filme do Freddy Krueger... 
Creeeepy.....