Archive for janeiro 2011

Vergonhoso


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Isto é uma VERGONHA.

Isto é dar conta dos Grandes Tesouros da Humanidade.
Simplesmente inaceitável, inacreditável, revoltante, lamentável.
A revolução Egípcia, as marchas, as revoltas, entendem-se. Apoiam-se. Isto, Não.

Está quase


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E pronto.
Está quase quase terminada a tarefa (e que tarefa prazeirosa!) de ver os fantásticos nomeados para melhor filme nos Oscars, ficnado-me a faltar apenas o Winter's Bone.

E que filmes...

Reviver histórias de marshals com uma espantosa True Grit e a fantástica força de vontade de uma menina adulta com uns meros catorze anos;
Descobrir príncipes que não sonham em ser reis e que têm as dificuldades do comum dos mortais;
Sentir as angústias e os medos de quem sonha;
Viver a impressionante história verídica de quem quer redescobrir território;
Perceber a criação do FB e conhecer um pouco do mundo único de Mark Zuckerberg;
Entrar na vida de um casal gay que de repente se vê numa outra realidade e o medo de perder o que até aí se construiu;
Invadir o mundo do sonho através da mente humana;
E finalmente, viver o sonho, reviver a infância, enfrentar o medo de perder um grande amigo.

São tudo histórias de medos que de uma forma ou de outra são comuns a todos nós, de sonhos que se sonham e, que em alguns casos se tornam em realidade. São, enfim, histórias de gente comum.

Porque o cinema foi feito para isso mesmo, fazer sonhar, fazer sentir, levar-nos desta para uma outra dimensão e estes servem, com toda a certeza, o seu propósito.

Já chateia, parte III


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Eh pah ca vergonha...
Estoril 2, Sporting 1.

Por isso, e aqui para este tipo da foto aqui do lado:
Sim sim.
É por aí!
O caminho da saída é por aí, pela porta mais pequena, exactamente para onde está a apontar.

Não se engane.
Saia, e não volte.

Em preparação


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Desde miúda que gosto de ver a noite dos Oscars, a noite do brilho e glamour Hollywoodesco.
Porque enquanto miúda que era, depois de ver um resumo resumido do que tinha sido uma noite de várias horas, deitava-me e sonhava em um dia poder partilhar a passadeira vermelha e vestir roupas giras e muito cool e poder dizer "and the winner is" (sim, há uns anos era assim que dizia) ou entre emoções agradecer a todos quanto teriam participado para o meu sucesso.

E enquanto se cresce, reality hits e tudo muda.
Já se pode passar a noite em branco e assistir em directo à entrega e a ouvir comentários palermas e pouco entendidos de gente que se considera critico de cinema, já não se sonha tanto com o impossível, mas de uma forma ou de outra continua-se a gostar. De ver filmes e, de preferência, bons.

Portanto,
Estou oficialmente em preparação para a noite dos Oscars.

Ao contrário de outros anos que já lá vão, este ano faço intenções de ver todos os filmes eque estão nomeados para melhor filme e aqueles dos melhores actores e actrizes (são quase os mesmos, mas...). Não que em outros anos não tivesse a vontade para o fazer, mas o tempo escasseava e por um ou outro motivo tal não acontecia.

Até agora, Rabbit Hole, 127 hours, The Kids are All Right, True Grit. Categorias diferentes, mas ainda faltam uns quantos.

Até lá, do que vi, e embora tenha os meus preferidos, posso assegurar que o Oscar, vá para quem vá, fica com toda a certeza bem entregue.

Recordar..


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Dead can Dance.
Sabe tão bem recordar isto...

PUB Indesejada


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A todos aqueles que plantam papéis manhosos nos limpa para brisas do meu carro eu informo:

Primeiro, Não, não quero vender o meu carro; Segundo, Não, não quero comprar nem vender ouro; Terceiro, Não, também não vos quero comprar casas.
Assim, deixem-se de merdas que não têm nada que andar a remexer nas escovas que acabei de comprar e nem tão pouco vos peço que façam da minha viatura uma agência publicitária com rodinhas e ambulante e ainda para mais sem me pagarem rigorosamente nada.

O problema até pode ser meu, que com mais ou menos atenção os poderia remover com o cuidado com que não são lá postos, mas que diabo!, se estivessem sossogaditos e se deixassem dessas cenas de gastar papel (não reciclado pois então) e de andar a remexer nas escovas dos carros alheios era muito melhor.

Aliás, quando chove, e tem chovido, essas bodegas desses papeluchos escavacam as borrachas e deixam o vidro num estado, vá, que lastimoso e a precisar de ser lavadinho, coisa que não me apetece, p'lo menos enquanto ainda vão caindo umas pingas.

E pensam, e então não era mais fácil tirar os benditos papéis antes sequer de dar às escovas?
ERA.

E não era mais fácil arranjar-se por aí um autocolante onde fosse mencionado um decreto lei qualquer para se pôr nos carros como o que se põe nas caixas dos correio?!
ERA.

Alminhas criativas deste nosso país, inventem lá uma lei manhosa qualquer que proíba essas cenas e venha de lá um autocolante janota p'ra pôr no interior das nossas viaturas!
Isso sim, era cena de valor!

EU


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Comentários realmente palermas mas que tenho de respeitar, porque consta que ainda vivemos em Democracia, são aqueles que não me respeitam a mim e nem às opções que EU tomo, em consciência.

Porque me consta que EU ainda sou livre de fazer o que me apetecer, respeitando o próximo e a sociedade em que EU me encontro integrada.

Porque da mesma forma que EU tenho de respeitar as opções de quem me rodeia, também quem me rodeia deve respeitar aquelas que EU tomo, concordem com elas ou não. 

Porque EU tenho perfeita noção daquilo para que os nossos antepassados lutaram e sofreram para nos "dar" muito do que hoje temos, porque EU sei perfeitamente aquilo pelo qual os meus pais passaram para que EU, NÓS, pudéssemos ter aquilo que hoje temos.

E se não são estes que me apontam o dedo, se não estes quem me critica, se não são estes, que têm todo o direito para o fazer, lamento, EU não o admito de mais ninguém.

Portanto,
Levantem-se contra e desrespeitem as minhas opiniões e atitudes e tomadas de decisão todas as vozes e os donos da razão que EU respeito, mas estou-me, pura e simplesmente, a borrifar.

Fallin' & Flyin'


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Consolo...


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O meu nome do meio é piegas. Relativamente estúpido, é verdade.

Choro com uma música que me diz tudo e me toca, com um filme que até pode ser uma fantochada pegada, choro com a solidariedade desinteressada, com a tristeza dos outros que até posso nem conhecer, com a injustiça que vejo e sinto na pele. Choro quando ouço uma palavra de consolo quando menos estou à espera. Quando um abraço vem mesmo a calhar.

E lá vem a tola da lágrima quando partilho alguma coisa que me é querida, que me está a dar uma luta interior tremenda e a felicidade não é partilhada exactamente por quem mais deveria. A reacção é nula, como se de nada se tratasse. Magoa. Dói.

Os que mais próximos de nós estão é suposto estarem lá nos bons e nos maus momentos, no riso e no choro, na força e na fraqueza e em tantos outros. É suposto partilharem tudo isso connosco. E quando tal não acontece é tudo menos o que esperava... E siga, vou ao tal muro qual íman outra vez...

Bolas.

Ele há alturas em que preciso da aprovação, do olhar, do abraço, do colo daquele que já não está. Ele sim, sei que ficaria feliz por mim. Comigo. Porque um olhar bastava para nos entendermos... E porque por mais difícil que fosse a decisão, estaria sempre ao meu lado. Para sempre.
Saudades, impossíveis de medir.
Fazes-me falta...

Equilíbrio?...


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Vénus e Marte. No meio, o equilíbrio, a Terra.

No meu mundo anormal e só meu, ele há alturas em que sinto que um camião TIR daqueles bem longos e bem pesados passou por cima de mim, deixando-me por ali numa estrada qualquer à minha sorte e aquilo que dela quiser fazer. E é aí que aquela sensação de estar na cloud nine subitamente desaparece...

Se o sentir fosse uma daquelas sensações que pudesse fazer desaparecer com um breve estalar de dedos, com um clic, certamente que o faria.

Eh pah porque isto já chateia.
Porque já cansa estar sempre a bater no mesmo muro e não aprender. Porque num mundo normal, não seria assim tão difícil, e no meu, é.

Se posso evitar? É capaz.
Se posso deixar de sonhar com o impossível? Provavelmente.
Se devia parar de me magoar constantemente? De certeza.
Mas o tal muro parece que tem um íman e eu ser feita de um qualquer metal não precioso. Sempre que me consigo desprender, lá vou eu outra vez para mais uma viagem, mais uma rodada... E o carrossel continua a girar...

Vénus e Marte. No meio, o equilíbrio, a Terra.

Quem dera o equilíbrio fosse fácil de alcançar.
Quem dera, as diferenças fossem relativamente fáceis de ultrapassar...
Seria tudo muito mais fácil, seriamos certamente todos nós mais felizes.

A votos


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Hoje foi dia de se ir votar.

Diz que era para eleger um novo (ahahahahahahah!!!) Presidente para a República Portuguesa.
E, ao contrário de outros anos, de outras voltas, a esta, não vou. Abstenho-me. Farei parte daquela percentagem a quem se dá alguma importância no fim da noite e sobre a qual se estuda - o que leva os portugueses a não votarem? Será descrédito nos políticos, será preguiça? Ora bem, no meu caso, um bocado bem grande dos dois.

Começa por não acreditar no Cavaco Silva, que certamente irá ganhar mais estas eleições porque o povo tem a memória curta, por não dar qualquer tipo de crédito a nenhum dos restantes. E depois, está um frio de rachar e não me apetece fazer uns 2 km para ir até à mesa de voto e ainda ter de ficar à espera para preencher um papel que no fim de contas iria ficar em branco.

Embora saiba que muitos lutaram para que hoje pudéssemos ter esse direito, de voto, há sempre uma primeira vez... Sempre votei, em consciência ou não porque quando se tem 18 anos vai-se votar porque é giro e é cool, não porque se entenda ou reflicta grande coisa sobre o assunto. Aliás, naquela altura, nós só não queríamos o Cavaco e o seu gang no poder e se para isso eu pudesse contribuir, então siga! toca de ir pôr uma cruzinha num papel! Mas desta vez, nada me chama, nem mesmo o facto de saber que poderia contribuir para a diminuição mínima da percentagem com que irá ganhar aquela pessoa.

Mais, as escolhas são terríficas...
Além do tipo que já lá está, temos dois senhores doutores, um dos quais até admiro pelo trabalho que tem feito à frente da AMI, um poeta, um pateta da Madeira que se acha capaz de qualquer coisa, e um outro que tal que a memória tem tendência para esquecer.

Ficarei então à espera de novas eleições, sejam elas antecipadas ou não, para me levantar cedinho da cama a um domingo de inverno quer faça sol quer faça chuva para, aí sim, exercer o meu direito de voto.

Até lá o tuga que se vá contentando com quem escolher hoje, com aquele que se cala nos momentos mais importantes e para quem uma bastonada no costado resolve tudo.

Verdade...


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Insónias...


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Num mundo normal... Oh crap.

Num mundo anormal como é o meu, ultimamente tem sido assim:
Insónia = pensar demasiado.
Sobre tudo, sobre nada,
No dia, na noite, na tarde;
No trabalho que se fez e se deixou para amanhã, no lazer que não se teve;
Nos sonhos que se querem concretizar e no quão difíceis se tornam em ser;
Nos sonhos que se querem sonhar e que a realidade não permite;
Na paixões que se sentem e na intensidade com se quer vivê-la, no companheirismo que se espera, nas amizades que se querem manter;
No que se tem e não tem;
No que se deseja e no que diz ser impossível.

Insónia = Pensar demasiado.

Hum.. Copo de leite morno não resolve. Uma bolachinha também não. Cigarro na varanda talvez ajude. Ar fresco. Não, também não.

Raios.
Quando eu quero que a pestana se feche, tá quieto.
E o cérebro que não pára nem mostra sinais disso quando a única coisa que se quer naquele momento é apagar, viajar para outras terras quiçá bem melhores...


Talvez hoje seja melhor. Hoje há-de ser melhor.

Quem diz a verdade...


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...Consta que não merece castigo.

Mas já com Ricky Gervais foi diferente.
Umas quantas auto-intituladas estrelas de Hollywood deixaram o fairplay na casota em noite de Globos de Ouro e, não gostaram do que ouviram.

Seus queixinhas pah!

Tá certo.


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Isto está janota assim...


Mas pode ainda não chegar, vejam lá bem. Podem aumentar mais um bocadinho que assim se calhar ainda não tá muito bem e o lucro pode ser um bocadinho menor.

E uma espantosa solidariedade.


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Nova Friburgo, Teresópolis.
Provavelmente dos lugares mais bonitos do mundo. Reduzido, a nada.

As palavras da jornalista Alexandra Lucas Coelho, do Jornal Público, ilustram bem:

http://www.publico.pt/Mundo/a-catastrofe-em-nova-friburgo-nao-passou-esta-a-ser_1475503?all=1

1007!!


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1007.
1007 é o número de leituras que este blogue teve em nove meses. Menos de um ano. Xiiiiiiiiiiiiii!!!!! Fantástico! Pelo menos para mim que nunca achei que fosse ser lida assim tantas vezes. Que tivesse alguma piada nenhuma, que interessasse a alguém.

A intenção nunca foi atrair ninguém. Sempre foi basicamente, acabar com os cadernos e caderninhos que venho a juntar desde a adolescência com escritos meio amarfanhados, meio a brincar meio a sério, com histórias que me sensibilizavam, com desabafos que nunca quis tornar públicos (e que mesmo assim evito), com os problemas que me assolavam e palermices que me atormentavam.

Pelo meio de estórias fantásticas ou não, de acontecimentos que se vão passando por este mundo anormal, continuo a dar gosto ao sentido da escrita e que a escrita tem para mim. Continuo, principalmente, a escrever para mim, e só depois para os outros, que me desculpe quem me lê. Porque a escrita é um meio que encontrei para ser eu, porque a escrita me faz sentir melhor. E se aquelas estórias e pensamentos puder partilhar com quem gosta de as ler, de as sentir, com as peripécias se rir, com as palermices sorrir, tanto melhor.

Prometo que assim continuarei. Com muita frequência, ou talvez não. Escreverei sempre, e unicamente, que sentir vontade, nunca porque mo pedem por este ou aquel'outro assunto.
Porque este continua a ser o meu blogue, com um bocadinho do que é meu, com muito do que cá vai dentro, tentando lembrar-me que Num Mundo Normal o sonho ainda é possível...

Obrigada a quem cá vem ler as linhas que partilho neste mundo anormal!

E ao quarto dia...


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E ao quarto dia...

Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuu!! Tudo normal!

Finalmente um acordar sem pestanas colantes e sem sentir a necessidade extrema de sacar de um lenço para arrancar mais um bocado de nariz!!
Estou, portanto, pronta pra outra. Ou quase que não me quero voltar a sentir assim tão depressa!...

Remédios arrumados, xarope enfiado na gaveta, lenços de papel esgotados, nariz seco comó raio, porque diz que amanhã é já dia de enfrentar mais um dia de trabalho outra vez, e para variar não me apetece. Mas vá, antes a trabalhar que em casa doente e impedida de sair.

Por isso, vamo lá embora!
Acordar amanhã, fortíssima, e siga que deve haver muito trabalho à minha espera (pra variar...)!

Já chateia..., parte II


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One down.
Another one to go.
Eh lá!
Isto às vezes escrever aqui parece que faz bem!
Poucos minutos depois do final do jogo (Sporting 2 - Paços de Ferreira - 3) o que se dizia presidente do meu club apresentou a demissão.
Boa!
Já só falta o da esquerda. Será que está pra próximo também?!
Isso é que era uma cena de valor...

Já chateia...


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Eu pesco muito pouco destas coisas da bola, mas...
Alguém se importa de dizer a estes dois senhores para saírem do Sporting?!
Irra.
É que "tantas contrariedades, dualidades de critério e falta de sorte" já chateiam...

E ao terceiro dia... Tudo na mesma.


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Oh pah mas porque é que isto não faz efeito?!? 

Hoje, além da valente espirradela que dei assim que tentei abrir a pestana (sim, tentei porque de tanto choro involuntário tinha metade das pestanas coladas umas às outras), tento mexer a cabeça para o lado direito e... tá quieto! Uma gigantesca dor pelo pescoço abaixo. Como se uma palerma de uma constipação não me chegasse um torci-colo sim! era mesmo o que eu esta a precisar!

Não sei se isto será a minha veia fatalista a falar ou a Miss Drama Queen que mora em mim a querer expressar-se, muito provavelmente até é, uma das duas, mas que raio!, estar doente, sucks. Big time.

Não posso fazer nada que me doem todas as articulações e mais algumas que desconhecia, quero sair e ah e tal que está muito frio agasalha-te bem, porque estou no computador e devia era estar na cama a tentar dar cabo de uma febre que, em mim, tarda a vir. Ora que fique claro. Estou cansada de estar em casa, já me chega de cama, estou, basicamente farta de estar doente. Portanto, espero que de futuro, aquela lambada, de que aqui falei ontem, seja uma bem valente.

Raios.
Cum catano.
Tou farta disto.

Treze?!


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http://aeiou.visao.pt/o-zodiaco-mudou-e-agora-qual-e-o-seu-signo=f586020

E ao décimo terceiro dia do mês primeiro do ano da graça de 2011, diz que afinal os signos do Zodíaco são treze e não doze.

Há agora uns astrólogos tontinhos dos Estados Unidos (claro!) que vêm agora dizer que afinal os signos são treze, tudo porque consta que a rotação da Terra foi alterada devido à força gravitacional da Lua fazendo assim com que o alinhamento das estrelas tenha sido alterado em vá!, mais coisa menos coisa, um mês.

Diz então que o décimo terceiro signo se chamaria serpentário e que eu passaria a ser gémeos. Gémeos?! NOT. Não quero ser gémeos, não vou ser Gémeos e não é um cromito que me vai dizer ah e tal e agora tens de mudar só porque a Lua mudou um bocado as cenas. Quem é que a Lua acha que é hum?!

E como há gente que não tem mais nada com que se preocupar e nada mais para se chatear do que com a alteração dos signos, a discussão em foruns na net anda à volta do que fazer com a tatoo do próprio signo que se fez em algum momento da sua vidinha. Oh pah tenham juizo. Há cenas mais porreiras para um tipo se chatear e regozijar do que propriamente com os signos e com o que eles ditam acerca da nossa personalidade.

Portanto, e porque gosto muito de ser Caranguejo, muito obrigada!, assim continuarei.

Nota:
No decorrer deste post, foi publicada a noticia de que, espante-se: afinal, os signos não mudaram. Por isso, nada preocupações! As tatoos podem ficar! Podem-se continuar a ler os signos que sempre se leram sem medos de não encontrar o serpentário na lista! Maya e Paulo Cardoso e restantes descansem que os vossos trabalhos não têm que mudar nem um bocadinho!
(http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1757405&seccao=Sabia%20que)

Oh pah outra vez?!...


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Ora cá está o malandro que me anda a dar conta do juízo, e do corpinho, estes dias. O vírus da gripe.

Outra vez e só para o caso de não ter ficado claro num outro post, eu não sou uma pessoa de ficar com doenças porque, simpaticamente e por mais que provoque, nenhum vírus quer nada comigo. Normalmente. Regra geral. É já um costume. Lá vão eles na sua vidinha assobiando e procurando a próxima vítima. Eu chamo. Olham, param e... Seguem caminho como que meio assustados.

Eu sou uma daquelas pessoas parvas que se esquece rápido como é estar doente. Talvez, lá está, por raramente sentir qualquer sintoma mais palerma. E assim, meio que em tom de brincadeira chego-me com particular cuidado aos escolhidos, chosen ones. Até ao dia.
Até ao dia em que há um malandro que se grita: vingançaaaaaaaaa! e pronto. Olá cá estou eu instala-se com armas e bagagens e eu viro uma drama queen a achar que vou morrer de tanto espirrar, chorar, tossir.

E aqui está. Bem refastelado e, aparentemente muito bem instalado e só quero que se vá embora bem depressa, porque honestamente, inquilinos assim, não quero, nunca mais.

Portanto, das próximas vezes que alguém me ouvir dizer com ar meiguinho e meio invejoso que quero estar doente, eh páh dêem-me uma lambada bem forte para me pôr de volta no juízo perfeito (ou quase).

Está na hora


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Está na hora.
Ano novo, vida nova, costuma dizer-se por aí...
E sei que este ano vai ser o ano da mudança. Com um novo projecto que, para já, está apenas no inicio, mas que, com algum trabalho sei que o vou conseguir erguer do chão e torna-lo meu.

Está em ideia ainda, em fase de investigação, de desenho técnico. Apenas imaginado na minha mente e, provavelmente, não será o que sempre sonhei, aliás, certamente que não o será.

Sei também que vai ser difícil, mas também tenho a certeza que terei o apoio de quem me está próximo, que terei a força e a coragem para o levar avante.

E assim, com ajuda e coragem, sei que o vou conseguir fazer.

Só levando a rir...


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Ora muito bem. Está certo.
Muito bom.

Tirando os casos BPN's todos, tirando os aumentos aos senhores da segurança social quando todos os outros que trabalham para o estado vêem o ordenado diminuído, tirando o facto de Portugal ter o gasóleo mais caro da Europa a seguir à Grécia e à Finlândia (o que faz todo o sentido...), tirando o facto de nove enfermeiros da Guarda, terem sido infectados com Gripe A quando deveriam ter sido vacinados com uns quantos daqueles milhares de vacinas que sobraram, tirando o facto de terem sido gamadas umas poucas armas de guerra do Centro de Tropas Comandos de Belas há duas semanas e de ninguém ter dado por nada até agora, tirando o facto de o exame de acesso ao estágio na ordem dos advogados ser inconstitucional, fico feliz por saber que em quase 14 mil organismos públicos só 1.700 é que de facto apresentam contas e que destes apenas 418 foram fiscalizados.
 
Aliás, é delicioso saber que " a cada 12 dias nasce uma fundação, que o nosso dinheiro paga viagens, flores e até tapetes e que as compras on line poupariam 42 mil milhões de euros por ano." (in edição on line Diário de Notícias, 07/01/2011).

Estes país é cada vez mais uma anedótica galhofa pegada.


Às vezes, a vida bate certo


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Ele é bom saber que ainda há pessoas extraordinárias.


Porque afinal, obstáculos que quase parecem intransponíveis se conseguem ultrapassar.
Porque, às vezes, as pessoas certas aparecem no nosso caminho.

Simplesmente, porque às vezes, a vida bate certo.

É melhor marcar...


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Oh diabo que me estragaram os planos!

Atão agora diz que o fim do mundo, o dia do juízo final é já no dia 21 de Maio deste ano e não a 21 de Dezembro do ano que vem?!

Raios. 
Primeiro vêm os Maias dizer que ah e tal é em 2012 no último mês e até fazem umas continhas catitas e chegam lá.
Agora vem um tonto americano (claro está...) fazer umas contas mais maléficas ainda que as dos Maias e diz que é já para o quinto mês mas já deste ano. Vá lá, ao menos não foi garganeiro, expôs a sua matemática e avisou toda a gente!

Mas vá, ao menos é para já e é mais rápido e uma pessoa não tem de se aborrecer com aquela coisa da espera.

Portanto, quer isto dizer que é melhor marcar para já tudo o que se quer despachar, porque já só faltam quatro meses e picos!

Isto é, no mínimo, estúpido.

(Para quem tiver pachorra aqui fica:
http://otempofinal.blogspot.com/2010/01/nova-data-para-o-fim-do-mundo-2011.html )

Sonhos em causa


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Porque ainda há quem sonhe.
Porque há sonhos que merecem ser realizados.
Porque sim.
Porque todos merecemos ter "aquele" desejo realizado.

Porque há causas que merecem.
Porque simplesmente...

Make a Wish, Pelo Sonho é que vamos!

http://www.makeawish.pt/

...


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De quando em vez assisto impávida, mas não serena, ao assolar de um fantasma do passado que há muito julguei esquecido, pelo menos, ultrapassado. 

É preciso que diga, no entanto, que a minha vida nem sempre foi perfeita, esteve sempre bem longe disso...
Sempre mantive parte da minha vida privada, já que apenas a mim diz respeito e quem me é próximo há algum, muito tempo, sabe-o e conhece-me bem. 

Apesar de saber perfeitamente que tudo o que é aqui exposto é lido por meia dúzia de pessoas, mesmo quando não é postado via FB, tenho a perfeita noção de que isto não é um diário, logo, só aqui escrevo o que eu quiser, quando quiser. E agora, está a apetecer-me. Porque isto é meu e estou-me pura e simplesmente a borrifar.

Cum caraças.

A vida seria toda ela mais facilitada, e enfadonha, é verdade, se o tal mundo perfeito, se o tal mundo normal que aqui tantas vezes descrevo existisse de facto.
As pessoas seriam menos complicadas, a vida seria levada com mais leveza, o passado não retornaria para assombrar quem nos é próximo, o medo que por eles nutrimos a bem ou a mal, não nos perseguiria. Esse medo corrói, faz-nos pensar que a vida não é eterna e que temos receio de perder quem mais gostamos para ex-vícios, para a sua solidão, para as suas fraquezas, tristezas e frustrações que estão ainda bem latentes.

E para não ter de assistir à sua auto-destruição, apetece-me sair, bater com a porta, fazer de conta. Pôr a cabeça por entre joelhos e esquecer. Por momentos largos, esquecer que a vida é tramada.

Num mundo normal, o sofrimento não existiria.

Oops...


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Às vezes, erramos.

Dizemos o que na altura queremos e bem nos apetece. De cabeça quente. Irritados. Irados.

Balbuciamos o que magoa, o que chateia a séria, sem querer saber de mais nada. A única coisa mais importante naquele momento é dar-mos a nossa opinião, por cá para fora, mesmo sem pensar, e mesmo que com isso possamos ferir alguém que nos é querido.

E depois, claro está... Um pedido de desculpas meio disfarçado, embora sentido.

Sim, sim, eu sei... As desculpas não se pedem, evitam-se. E ai! como tenho evitado...

Mas mesmo assim:
Tenho de aprender a filtrar mais...

SUCH good friends


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SUCH = Serviço de Utilização Comum dos Hospitais.
Slogan = Somos Serviços Partilhados em Saúde.

Ora bolas.
Carros e dinheiro oferecem-se  mesmo quando há resultados negativos. 
Está certo.
Aliás...
Não querem ser amiguinhos a sério e dar-me a mim também uma viatura (a cilindrada pode ser inferior a 2cc que não faz mal nenhum) e uns quantos prémios também (contento-me com umas centenas, não é preciso esses milhares todos!)?
É que injustificado por injustificado...

Fod@-se.

http://www.ionline.pt/conteudo/96437-tribunal-contas-arrasa-premios-injustificados-nos-such

2011, Resoluções


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Este ano, às zero horas do dia não fiz nenhuma resolução. 
Achei que se todos os anos anteriores desejava e resolvia alguma coisa e nunca nenhum deles se realizava por um motivo ou por outro, mas principalmente por falta de vontade, este ano, decidi: nada. Não decidi nada à meia noite com o soar das doze badaladas e ao som dos primeiros fogos de artificio.

Viver uma paixão que, mesmo que não dure, ao menos se viveu, deixar de fumar, fazer mais ginástica, emagrecer uns bons quilos, comer melhor, fazer mais viagens, pensar mais em mim, enfim.

Ao contrário do Calvin, estupidamente, não acho que seja exactamente perfeita da maneira que sou, mas sou eu com as minhas qualidades e os meus defeitos todos, e, como sei que não consigo manter nenhuma daquelas promessas vãs que se fazem já semi tocada pela bebida que se foi bebendo, não as faço.

Assim, acho melhor ir sendo, ir fazendo, ir achando, ir pensando, ir sentindo à medida que os dias vão passando. 
E se alguma decisão mais drástica precisar de fazer, não preciso que seja meia noite do dia 31 de Dezembro de um ano qualquer para a tomar.

De uma coisa eu tenho a certeza, continuarei a ser eu.