Archive for dezembro 2011

Pedro Osório e "O Beijo do Sol"


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Hoje recebi um mail. Daqueles que começa por dizer que a pessoa x que está doente e pede ajuda.. Mas este é diferente. Não me pede dinheiro, nem sangue, nem transplantes, nem nada desse género.
Pede-me apenas que disponha de 4 minutos do meu tempo e ouça um música clicando num link no You Tube.
Assim fiz. Gosto de música e então por que não?
E não é que é boa e que vale a pena?!
Ah grande Pedro Osório!




" Caros amigos,
 Acabei de me estrear a fazer e montar um video. É um video-clip sobre
uma música de um disco meu que está para sair.
Coloquei-o no Youtube e, como sabem, só acima de um certo número de
visionamentos é que ele aparece nos motores de busca.

Peço-vos então que visitem este endereço http://www.youtube.com/watch?v=FyRUwKUigMo
Talvez não se aborreçam e, se tal acontecer, por favor passem aos vossos
amigos.
Aqui fica desde já o meu agradecimento.
       
Pedro Osório"

E quando achávamos que...


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 ...Língua Portuguesa só havia uma, eis senão quando:


Podemos usar o português de Portugal ou o português do Brasil, agora o só Português é que não...
Google Chrome ainda não adaptado ao tal acordo ortográfico que diz que já entrou em vigor há uns tempos.

Que rica encomenda...


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Os correios de Portugal são, de facto, uma empresa extra ordinária. 
Sim, a separação da palavra em dois tornando-a "descomposta por justaposição" é propositada. 


Ora então como é que uma encomenda que é enviada ao dia 22, correio verde (que até é mais ecológico e tudo), registado, com aviso de recepção e pelo qual se paga um balúrdio esperando que chegue ao destino antes do Natal, hoje, ao dia 26 do mesmo mês, ainda não chegou? 
Aparentemente, simples. A morada do destinatário não existe ou está incorrecta. E eu pergunto, então mas e a destinatária não saberá onde mora? Mau. Faço a confirmação via sms não vá o diabo tecê-las e a S ser tonta e não saber onde mora. Mas não. S sabe perfeitamente onde reside, pelos vistos o senhor carteiro é que não. 


Cá eu, ligo para a linha dos CTT para saber mas então porque raio a encomenda não chega ao destino. A simpatia ficou num canto, e mais me informa que até pode ser feita nova tentativa de entrega, mas alto e pára o baile que só amanhã. Hã?! Como?! Até pode ser? Só amanhã? Então porquê? Porque hoje, muito embora o governo não tenha dado ponte a ninguém, à semelhança de muito estabelecimento, os senhores carteiros hoje não trabalharam. Hã?!? Como?!? Resposta: Pois...
Mas posso dar-lhe um número para onde pode ligar para eles tentarem ver, diz a moça...


Vá lá. Ao menos um outro número para ligar. E liguei. Durante mais de uma hora que tentei o contacto telefónico com o Centro de Distribuição Postal de Sesimbra e com a estação dos CTT de Azeitão e tá quieto. Nada. Nem um olá do outro lado, nem um Last Christmas ou um fungágá para animar a malta, nada. Só toques de chamada intermináveis sem retorno algum.


Tudo bem. Amanhã segue reclamação na mesma estação onde também a amabilidade ficou a um canto no dia 22. A ver vamos se chega ao destino e não tem a tendência para se ficar pelo caminho também.


Quando é que os CTT são privatizados mesmo?

Conflito


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Hoje acordei com aquele cheiro característico de todas as manhãs de Natal que me fazem lembrar quando andava a brincar desenfreada com tudo o que o Pai Natal me havia dado na noite anterior, e era bom. Ah como era... Só tinha dois conflitos: o que comer e com que brincar.


No meio da imaginação infantil que era fértil, lá arranjava maneira dos Pin e Pons morarem em casas feitas de lego e dos peluches serem alegres monstros que lhes atazanavam a vida, e comer, isso era fácil. Na casa dos avós, era fácil, era só esticar a mão e o que viesse comia-se sem dramas nem preocupações ou chatices.


Hoje, os conflitos são outros.... O de brincar já foi posto de lado há uns anos, mas o que comer, infelizmente, não... A mesa de Natal cá em casa, por ora e felizmente, é farta em doces, em salgados, que vão desde o queijo às trouxas de ovos e bombons e isso sim, é um conflito. O que comer, quando comer? Ai e como comi a noite passada... 
Tenho o estomago em pedra. Dói-me e estou mal disposta. E agora o almoço?


Ai!, rai's partam a gula!...

Sodade


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Fica a música, a morna quente, a memória e a voz.
Valeu pela homenagem.

Xô! Fora daqui!


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Ora aí está. A declaração perfeita.
Queres ser Professor em Portugal?
Na na!! Xô! Fora daqui pá!


Esqueceu-se que no Brasil o professor de português de Portugal não pode praticar. Mas não há stress. Pode sempre ir para Angola, ou Cabo Verde, ou Moçambique. Vá lá, um qualquer daqueles que fale a mesmíssima língua porque afinal parece que vai tudo dar ao mesmo.


É um jogo fácil, fácil.
Material necessário: residir em Portugal, ser professor desempregado e um dardo. Se puder imprimir o boneco acima e colar numa parede, era fantástico.
Instruções: atirar o dardo de encontro a uma das bandeirolas.
Se calhar naquela que tem o escudo, tanto pior, casa da morte. Terá de jogar outra vez.
Se calhar numa das outras, uhuuuu!, Casa da sorte!, despeça-se do país que o viu crescer e dos entes queridos, onde investiu toda uma vida, faça as malas e prepare-se para partir!
Pense que ao menos, daqui a uns anos valentes, pode, em tom de recordação e com a bandeira portuguesa como pano de fundo, cantar como os Da Vinci no Festival da canção de '89!


Mas lá isso é solução que se dê?!?
Sim sr. Que grande tonteria... Mais uma...

Removam lá isso pá...


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É verdade que não tenho tido muito tempo para andar aqui por estas bandas, mas também, verdade seja dita que pouco ou nada de muito interessante tem sido visto por estes olhinhos e o tempo não tem sido um tipo porreiraço.


De qualquer modo, o Natal está aí à porta, as compras desta rena estão feitas, tudo mais que despachado - fora os embrulhos que ainda estou a ver se por algum milagre aparecem feitos.


Mas vá, é altura de festas de luzinhas e árvores enfeitadas e, infelizmente, de Pais Natal raquíticos espetados em varandas a querer subir para um qualquer lado e de uns panos com uma criança fita-colados nas janelas.


Ora, eu que ainda nem sequer tenho uma árvore de natal plantada cá em casa, o que sim, eu sei, já começa a ser vergonhoso, nem tenho nada contra as convicções alheias, muito pelo contrário, agora, poluição visual é que não amiguinhos.


Estas são, na minha mais humilde opinião, das coisas mais farsolas que se podem pôr à vista de todos e claro, estas são, daquelas coisas que todo o amigo do alheio poderia levar que, parece-me, ninguém se haveria de importar nada por aí além.

Passeio d'ouro


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Hoje a rua recebeu-me assim, como se de um passeio feito por ouro fosse.
Que era simpático, lá isso era, mas não. Ainda é Outono, e as folhas ainda insistem em cair de árvores semi despidas e a CM de Lisboa insiste em não limpar as ruas.


Apesar de bonito, e depois da chuvinha miúda que insistiu em cair, para pessoas desastradas e descoordenadas como eu, aquelas folharecas são um perigo escorregadio...


E ah!, para que fique bem claro, não, não me espatifei outra vez.