Hoje acordei com aquele cheiro característico de todas as manhãs de Natal que me fazem lembrar quando andava a brincar desenfreada com tudo o que o Pai Natal me havia dado na noite anterior, e era bom. Ah como era... Só tinha dois conflitos: o que comer e com que brincar.
No meio da imaginação infantil que era fértil, lá arranjava maneira dos Pin e Pons morarem em casas feitas de lego e dos peluches serem alegres monstros que lhes atazanavam a vida, e comer, isso era fácil. Na casa dos avós, era fácil, era só esticar a mão e o que viesse comia-se sem dramas nem preocupações ou chatices.
Hoje, os conflitos são outros.... O de brincar já foi posto de lado há uns anos, mas o que comer, infelizmente, não... A mesa de Natal cá em casa, por ora e felizmente, é farta em doces, em salgados, que vão desde o queijo às trouxas de ovos e bombons e isso sim, é um conflito. O que comer, quando comer? Ai e como comi a noite passada...
Tenho o estomago em pedra. Dói-me e estou mal disposta. E agora o almoço?
Ai!, rai's partam a gula!...
