Está quase


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E pronto.
Está quase quase terminada a tarefa (e que tarefa prazeirosa!) de ver os fantásticos nomeados para melhor filme nos Oscars, ficnado-me a faltar apenas o Winter's Bone.

E que filmes...

Reviver histórias de marshals com uma espantosa True Grit e a fantástica força de vontade de uma menina adulta com uns meros catorze anos;
Descobrir príncipes que não sonham em ser reis e que têm as dificuldades do comum dos mortais;
Sentir as angústias e os medos de quem sonha;
Viver a impressionante história verídica de quem quer redescobrir território;
Perceber a criação do FB e conhecer um pouco do mundo único de Mark Zuckerberg;
Entrar na vida de um casal gay que de repente se vê numa outra realidade e o medo de perder o que até aí se construiu;
Invadir o mundo do sonho através da mente humana;
E finalmente, viver o sonho, reviver a infância, enfrentar o medo de perder um grande amigo.

São tudo histórias de medos que de uma forma ou de outra são comuns a todos nós, de sonhos que se sonham e, que em alguns casos se tornam em realidade. São, enfim, histórias de gente comum.

Porque o cinema foi feito para isso mesmo, fazer sonhar, fazer sentir, levar-nos desta para uma outra dimensão e estes servem, com toda a certeza, o seu propósito.

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