A Rede Social.
Mais um filme que vi neste fim de semana de frio e chuva em que o dolce far niente imperou cá por estes lados. Porque no nosso mundo, às vezes não é preciso uma doença que nos atira para a cama, às vezes o que é mesmo preciso é tirar-mos um tempo para nós e fazê-lo render, mesmo que seja, lá está, não fazendo nada e gostando do não fazer nada.
E foi isso que fiz. Nada. Ou antes, peguei no aquecimento, na manta, mantimentos pró estomago, no computador e vamo lá!
Posso dizer que The Social Network foi um daqueles filmes que me entusiasmou quando saiu. E depois o entusiasmo esmoreceu nem sei bem porquê.
Mas decidi arriscar e uma coisa garanto - foi bem arriscado! Não decepcionou. Muito pelo contrário, muito bom.
http://soshable.com/the-social-network-humanizes-mark-zuckerberg/
Arrisquei ainda no Eat, Pray, Love.
Não, não li o livro. Quando o vi ser publicitado há uns tempos no programa da Oprah, fiquei com alguma curiosidade, confesso. Porque acho piada a aventuras viajantes, independentemente do motivo que leva a que uma viagem seja feita. Mas como por cá há livros que demoram eternidades a serem traduzidos e publicados, a película acabou por tornar-se a opção mais viável.
E pronto. É mais um filme que se vê, que fica, mas não se absorve. Não é para a vida, que não é, mas é mais um.
