E pronto. Está feito!
Lá se passou uma noite até às quase da manhã a ver os Oscars e, muito sinceramente, fiquei a desejar mais. Além de um grande momento de abertura, de uma f word no discurso de agradecimento da melhor actriz secundária e de um Kirk Douglas bem expedito, houve ali qualquer coisa que ficou a faltar. Talvez um Colin Firth dançante como diz que lhe apetecia, um melhor filme que não fosse, talvez, o Discurso do Rei.
E não é que esse filme não fosse o melhor, mas não era o melhor entre os melhores, não na minha opinião e não quando estavam a concurso filmes como A Rede Social, O Cisne Negro e Inception. Mas verdade seja dita que entre as opções, não era fácil.
Não houveram surpresas. E talvez tivesse sido interessante que as tivessem havido. Talvez um Javier Bardem a ganhar, por exemplo. Biutiful é poderoso com aquela interpretação. Talvez um Geoffrey Rush vencedor já que é ele quem acaba por ser a espinha dorsal do Rei.
Enfim.
Faltou a esta noite o thrill. A emoção de gente como a de Julia Roberts quando ganhou melhor actriz com Erin Brockovich, como a de Tom Hanks quando venceu com Philadelphia, a de Roberto Beningni com A vida é bela ou a de Adrian Brody com o seu excelente Pianista, fez lá falta.
Sentiram-se a falta a momentos que aquecessem a noite e a tornasse de morna em quente.
Mas valeu. Apesar de tudo, valeu.
E como diz que para o ano há mais, esperemos que tenhamos mais e melhor cinema que este ano que passou, o que seria fantástico!
Até lá, bons filmes!
Sentiram-se a falta a momentos que aquecessem a noite e a tornasse de morna em quente.
Mas valeu. Apesar de tudo, valeu.
E como diz que para o ano há mais, esperemos que tenhamos mais e melhor cinema que este ano que passou, o que seria fantástico!
Até lá, bons filmes!
