Ora bem...
Como é que se coméssa a falar sobre a língua portugueza e as fabulosas calinadas excritas e, faladas, que este nobre povo luzo comé-te tão trajicamente e sem que se apresseba?
Talves assim...
Com umas quantas... Mas... Aha! Atreves-te a traduzir?!
É verdade que a nossa língua é de facto das mais difíceis e complicadas do mundo de aprender a falar e a escrever, mas que raio!, se nos dão ditados e cópias na primária para alguma coisa é!
Mas é complicado, se não vejamos um dia na vida de uma estranha:
" Depois de um alevantar complicado logo pela manhã, sacas do leitinho lá do fringorifico, e achas que te pores jeitosa nada melhor que um bruching no cabeleireiro lá do bairro. Depois, Pimba! Esqueces-te das lunetes, o estigmatismo está pior mas não interessa. Metes-te ao caminho e siga para a otostrada. Dá-te a fomeca, encostas a viatura. Hummm... Um cachorro com catchup, umas salchichas bem aviadas e um pudim do ovo pra sobremesa vem mesmo a calhar! Para rematar, uns percebes (ou em inglês, understands). Segues caminho. Hás-des encontrar o sitio para fazer a escrição! Que diabo não pode ser assim tão longe... Vê lá se vês por aí um lugar onde póssamos estacionar o carro faz favor! Começas a ficar cansada e pensas: para a próxima não váiamos assim para tão longe... Até que finalmente chegas ao destino e na porta pode ler-se: agadrecemos que feixem a porta. "
Ora, o português tem realmente muito que se lhe diga, a confusão com os dois esses, com o zê no lugar do ésse sózinho, o á será com ou sem agá, usar o jota ou o gê, o hífen que tem uma tendência parva de se meter em todo o lado e isto de tempos verbais e de gramática é do pior que o Deus me livre!
A Lingua Portuguesa é do melhor que há. Inventa-se, reinventa-se todos os dias. Adopta estrangeirismos, usa os seus regionalismos e isso faz, também, parte da nossa cultura.
Que seria de nós sem as alcagoitas, os canitos, as áugas, os bandulhos, os jalecos e as zoadas deste país?
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Com amor... De Portugal!
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