Londres.
Agosto de 2011.
Numa operação STOP alguém comete uma infracção. É mandado parar. É morto pela polícia. Vem-se a saber que é um gangster já conhecido lá do sitio.
Uns quantos querem explicações que só deve ser dada à família.
Outros tantos, muitos, aproveitam a deixa. Usam a desculpa que há muito esperavam, certamente.
E Londres, em Agosto de 2011, está a ferro, fogo e a saque.
Custa-me a crer que aquele país onde estive nem há um ano, posa estar como se vê em todos os jornais televisivos e impressos.
Não digam que é uma questão de etnias e emigrantes que são estes e aqueles os do costume a provocar a coisa, porque por mais que às vezes seja essa a vontade, não podemos generalizar.
E sim, sou a favor da multiculturalidade e da integração de tudo quanto é emigrante desde que esse alguém lá esteja para cumprir com as suas obrigações de cidadão.
Esses anormais conseguem fazer em três noites o que uma 2ª Grande Guerra não fez em muitos sítios, têm a habilidade de destruir a vida de gente que trabalha, que se esforça, conseguem matar com total frieza quem se limita a sair com o seu carro, a roubar, como se nada fosse, miúdos feridos que regressam da escola.
E não. Não mas se ouviu falar do tal tipo que foi morto pela policia na tal operação STOP.