Londres, 08/2011


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Londres.
Agosto de 2011.

Numa operação STOP alguém comete uma infracção. É mandado parar. É morto pela polícia. Vem-se a saber que é um gangster já conhecido lá do sitio.
Uns quantos querem explicações que só deve ser dada à família.
Outros tantos, muitos, aproveitam a deixa. Usam a desculpa que há muito esperavam, certamente.

E Londres, em Agosto de 2011, está a ferro, fogo e a saque.
Custa-me a crer que aquele país onde estive nem há um ano, posa estar como se vê em todos os jornais televisivos e impressos.

Não digam que é uma questão de etnias e emigrantes que são estes e aqueles os do costume a provocar a coisa, porque por mais que às vezes seja essa a vontade, não podemos generalizar.
E sim, sou a favor da multiculturalidade e da integração de tudo quanto é emigrante desde que esse alguém lá esteja para cumprir com as suas obrigações de cidadão.

Os repórteres insistem em chamá-los de jovens. Para mim, são bestas autênticas tenham eles 11, 21 ou 41 anos. Não interessa.
Esses anormais conseguem fazer em três noites o que uma 2ª Grande Guerra não fez em muitos sítios, têm a habilidade de destruir a vida de gente que trabalha, que se esforça, conseguem matar com total frieza quem se limita a sair com o seu carro, a roubar, como se nada fosse, miúdos feridos que regressam da escola.

Já prenderam mais de 300 palermas e estão a ficar sem espaço para mais, o PM diz que se têm idade para roubar e ferir e matar e esfolar também têm idade para serem julgados como adultos. Pois... Mas quando há uma policia que age com tamanha passividade, é de duvidar que tal venha a acontecer...

Mas, no meio da raiva contida que sinto por aquelas bestas, só posso desejar a todos os londrinos que ultrapassem esse teste e, ao resto da Europa (Portugal, França, Espanha, Itália, ...) que tal não aconteça por cá/lá, porque da maneira como as coisas estão, infelizmente, e ao que parece, já esteve mais longe...


E não. Não mas se ouviu falar do tal tipo que foi morto pela policia na tal operação STOP.

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